Raio-X digital e câmera intraoral: como a tecnologia melhora o diagnóstico odontológico
Boa parte dos problemas bucais é silenciosa no início: cárie entre os dentes, perda óssea inicial, infiltração sob restaurações antigas. A tecnologia usada no consultório do Dr. Ricardo Pina, no Itaim Bibi, existe para tornar visível o que o exame a olho nu não mostra — e para que o paciente participe da decisão vendo a própria imagem.
Raio-X digital: menos radiação, mais informação
A radiografia digital substitui o filme por um sensor eletrônico. A dose de radiação é significativamente menor que a da radiografia convencional, a imagem aparece na tela em segundos e pode ser ampliada, ter o contraste ajustado e ser comparada com exames anteriores.
- Cárie interproximal, entre os dentes, antes de virar dor
- Nível ósseo e perda óssea da doença periodontal
- Lesões na ponta da raiz em dentes com necrose pulpar
- Qualidade de canais já tratados, orientando o retratamento
- Infiltração sob restaurações e coroas antigas
Câmera intraoral: o paciente vê o que o dentista vê
A câmera intraoral capta imagens ampliadas de cada dente e projeta na tela. Isso muda a conversa: em vez de aceitar um plano de tratamento no escuro, o paciente enxerga a trinca, a restauração escurecida ou o acúmulo de tártaro e entende por que aquele procedimento está sendo indicado.
As imagens também servem de registro para acompanhar a evolução ao longo do tempo e comparar antes e depois.
Microscópio óptico e anestesia computadorizada
O microscópio óptico amplia e ilumina o campo, essencial em endodontia para localizar canais atrésicos e verificar trincas. Já a anestesia computadorizada controla eletronicamente a velocidade de injeção do anestésico, o que reduz a pressão nos tecidos e torna a aplicação muito mais confortável — um ganho especialmente relevante para quem tem medo de dentista.
Tecnologia é meio, não fim
Nenhum equipamento substitui diagnóstico criterioso e plano de tratamento conservador. A tecnologia no consultório serve a um princípio simples: preservar ao máximo o dente natural, intervindo apenas onde é necessário e com a maior precisão possível.